Hi, I am Vitor.

feveirado — semana #5

dia corrido uwu.

Joji - Piss in the Wind

Joji - Piss in the Wind

um álbum borrado. é o dobro do tempo, 11 músicas a mais que o anterior e tudo se mistura sem contexto a priori. pra quem não conhece, joji é um emo sem o pop punk, e mais… adulto? quando acerta é de chorar. dos preferido do ano até o momento, com nota revisitável — bom embalo para as noites do fim do verão.

Nota: 7.3

J. Cole - The Fall Off

J. Cole - The Fall Off

pode checar o last.fm, eu realmente ouvi toda a uma hora e quarenta desse álbum. qual é o ponto? faltou edição. cole fez o papelão de entrar em uma rap battle em 2024 e sair pedindo desculpa… pra muitos ali acabou, e esse álbum que ele tá chamando de seu último é o primeiro pós bananada. eu gosto de boom-bap. eu gosto do flow. mas tenho certeza que nunca mais vou ouvir nada daqui.

Nota: 5.8

Mayhem - Liturgy of Death

Mayhem - Liturgy of Death

the true mayhem, uma das se não a mais lendária banda desse tão querido gênero que chamamos de heavy metal (e seus galhos). uma eterna tragédia. uma eterna confusão…

permita-me por um segundo fugir do review e fazer um ‘rant’ necessário; toda banda precisa de um visionário porque toda banda precisa de uma visão. é preciso que se saiba o que se está tentando fazer, por inspiração pura ou por referências ou uma junção dessas e outras coisas. algumas têm a sorte de ter vários visionários ao mesmo tempo, pink floyd vem à cabeça, por exemplo, outras têm apenas um e é o suficiente. mayhem teve um grande visionário, um daqueles que não apenas escutam o som que querem fazer antes dele existir, mas também um influenciador. um criador de cena, de movimento. um cara que ajudou a concatenar sons acontecendo pelo underground no mundo todo em uma coisa só. raríssimo. e aí ele morreu. e o bando de sem talento que sobrou da banda que ele originalmente montou está aí desde então, sem-talentando álbum após álbum, cash grabbing em cima do nome, que como já citado, é lendário. por fim, vou deixar aqui o crédito ao fato de que, quando voltaram em 2000, fizeram o que tem que ser feito, deram as rédeas criativas, deram na mão de rune eriksen o trabalho da visão, a ele somente — e ele, monstro que é, fez um bom trabalho por um tempo. mas no fim das contas a perebada em volta, que não contribui, acaba só estragando.

praticamente zero riffs discerníveis. letras de chat gpt. plástico. anti-metal quase. blasphemia (;)) contra o legado.

Nota: 4.0

Ratboys - Singin’ to an Empty Chair

Ratboys - Singin’ to an Empty Chair

indie-rock-country!!? a impressão é de que a banda tocava apenas um dos três antes, não funcionava e alguém falou: “por que não fazer o que a gente quiser?”. e esse alguém estava certo. tudo aqui funciona, vocalista, guitarras, melodias… o nível cai muito pouco durante a coisa toda. favorito do ano até o momento, uma grata surpresa!

Nota: 7.8
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